Depois de um pequeno hiato, o blog retoma suas atividades.
Mas desta vez não falarei de cinema, e sim de música. E para compensar um pouco minha ausência, irei falar de dois álbuns ao mesmo tempo.
E dois álbuns de metal, ainda por cima. Começo falando de Angels Cry, do Angra.
O álbum de estreia do projeto Angra (1991 ou 1992) é um típico álbum de metal: tem músicas hipertrabalhadas e divertidas (que ora nos fazem rir, ora nos deixam com aquele sorriso de “caraca, que música foda!”). São apenas 10 faixas (incluindo a vinheta de abertura, que todo álbum de metal melódico possui, é quase a Lei do gênero), mas são 10 faixas de ótimas músicas.
Os destaques do álbum: A tríade “(Toca!!!) Carry On – Time – Angels Cry” é a espinha dorsal do álbum. Também se destacam as ótimas “Evil Warning”, a estranha-porém-divertida-e-consagrada versão André Matos de “Wuthering Heights” (de Kate Bush), e a maravilhosa “Never Understand” com seus solos de guitarra no final. Pronto!, já se foram seis faixas, desvendem as outras quatro restantes e concluam que Angels Cry é um ótimo trabalho.
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O outro destaque de hoje é The Silent Force, do Within Temptation:
Em 2008 tive a chance de ouvir a música “What Have You Done?” dessa mesma banda. A semelhança dessa canção com uma outra canção de uma banda americana de Little Rock é grande (por ser um dueto e pela sonoridade) me fez pensar que o Within Temptation era um “Evanescence que deu certo”. Tá certo que o WT existe a muito mais tempo que a banda da Amy Lee, mas o álbum “The Heart of Everything” é muito Evanescence (e talvez o Within tenha até se inspirado neles para as sessões de “The Heart…”, pois a semelhança é grande, embora o resultado final seja bem superior ao de Amy Lee e seus Evanescences =P ). Enfim, se ficou curioso, escute esse álbum também, não irá se arrepender. Mas o assunto agora é seu antecessor.
Afinal, The Silent Force (2004) é uma experiência musical única! São 11 faixas (com duas bônus, disponíveis em qualquer download =P) de sonoridades pesadas, sinfônicas, ora atmosféricas, mas maravilhosas! Cada música é uma experiência distinta; é difícil descrever com exatidão, é o tipo de álbum em que se diz “cara, só escuta!”, e cada um tira sua conclusão sem precisar explicar ao outro o que achou do disco.
Os destaques do álbum: “The Silent Force” também possui uma introdução (de quase 2 minutos, uma peça sinfônica com coral e um pequeno trabalho vocal da Sharon), que logo se conecta a “See Who I Am”. Destacam-se as faixas “Aquarius”, “Angels”, “Stand My Ground”, e particularmente ”Memories” (cuja bateria é diferente). Na verdade é relativo falar de faixas que se destacam, pois todas elas estão no mesmo patamar de destaque. Apenas ouça e se deixe flutuar.
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Divirtam-se! Em breve eu volto.

















